domingo, 10 de maio de 2009

Você? Nem com açúcar na pele...

Quem foi o babaca que inventou o clube social com recheio? Emputeci agora.

Tá bom, tá bom, tenho que admitir que comi, e isso aconteceu mais de uma vez, mas nem é assim tão bom, gente, nem aquele de cebola e salsa...

Acho democrático, o club social por si só, é um biscoitinho seco, que vai bem com qualquer coisa, ele é tão símbolo da independência single que vem em pacotinhos com 6, indivisível, absoluto.

Se o clube social fosse uma pessoa, ele certamente seria aquela tua amiga solteira, que tem opinião formada pra tudo, e que você vê sempre que precisa desabafar, mas não quer fazer escândalo. Ela te dá suporte, e você não se sente culpado porque não teve um ataque de pelanca.

Um dos meus maiores prazeres dos domingos em que não enfrento cozinha (como hoje), é pegar vários daqueles pacotinhos bonitinhos daqueles com 6 mini biscoitos, colocar em um prato com uma faca, algum recheio (que pode ir de geléia a maionese com tempero de barbecue) subir pro quarto com essa bela composição, uma faca, e passar piece-by-piece, enquanto leio, uso a internet, etc, etc...

Ah, clube social, se ele fosse gente, seria minha amiga, independente, que quando eu to solteiro e tristonho, vou pra balada e encontro ela, cada noite com um "recheio" diferente, e - porque não - às vezes dois diferentes numa noite de extravagância. E eu olho pra ela convencido de que a vida pode ser diferente, mais divertida e suave.

Pois é....agora o clube social me apareceu esses dias acompanhado, e quando eu digo acompanhado não é do tipo "raspe a cobertura". Eles não se desgrudam mais, mesmo que você não consiga acreditar que daquela mistura inusitada saia um resultado bom.

Há quem goste da nova versão, e a embalagem e formatos continuam bem parecidas com a antiga-livre-leve-e-solta...como se te prometesse que o namoro dela com esse fulaninho, o recheio, não fosse mudar nada nossa rotina, nossa "amizade", mas sempre muda, ela traiu o movimento para o qual nasceu, traiu a nossa imaginação de qual seria seu próximo acompanhamento, e tbm a capacidade de ser tão, tão boa que mesmo sozinha já conseguia ser o máximo. Enfim,traiu seu poder single absoluto, indivisível. E eu vou ter que aceitar que a minha amiga esteja acompanhada, e vou aceitar também que enquanto ela estiver com esse fulaninho, o recheio, terei que procurar outras marcas single, quase tão boas quanto ela, pra suprir a falta desse referêncial de ser independente.

Sim, pois, por mais improvável que tudo isso pareça, ela encontrou um recheio fixo,
pra chamar de seu e sair anunciando na embalagem, estilo coleirinha Eike Batista, coisa que a Tostitas, por mais que tente, por ser já tão boa e adocicada sozinha, não vai conseguir.

Bela decisão do marketing da Kraft, ao que parece seu produto chegou à maturidade.

To esperando para ver o que a Nestlé vai fazer por mim.

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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

The wrong way of the road

Sabe aqueles dias que você tem certeza que poderia ser gravado um último dia de novela?
Pois é, hoje acordei com esse espírito de "Regina Duarte tem filhos com Zé Mayer" (Não me lembro em que novela isso aconteceu...não insistam).

Pois bem, de sexta feira pra cá, colecionei um banho de chuva, algumas pendências no trabalho que me fizeram chegar minutos antes do expediente (veja bem, estamos falando de mim...) e já começo a segundona com um humor de quem vai precisar dar um duplo twist carpado em 5 segundos e a qualquer momento com a mochila, e, lucky me, o pé nas costas.

Deus me ajude, mesmo mesmo. Aguardem updates.

1) Crescer dói, dói mesmo, e não há mais analgésico paterno/materno.

2) Espero que a palavra dos outros tenha algum peso. Não precisa ser pesada a ponto de rasgar o papel, mas please, que se cumpra o que está escrito.

3) Belo cerebelo! Vamos fazer uma peteca com ele! Poft.

4) Tenho pelos menos 4 pessoas que me dizem que sou confuso. 100% delas, certas.


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domingo, 28 de setembro de 2008

It repeats every year

Setembro quase no fim...ainda estou me perguntando se corro o risco de causar mais algum estrago, mas acho que já fiz o suficiente:

- Demiti um dos alunos da minha agência;

- Tive crise gástrica;

- Magoei pessoas;

- Rolei a escada;

- Quebrei uma faca e cortei os dedos (superficialmente, antes que vcs me chamem de urucubaca ambulante);

- tive crise existencial;

- tive crise de cu mesmo, e daí?;

O corte nos dedos aconteceu hoje. Tinha uma faca torta na cozinha, e eu, discordando da sábia mãe natureza que fez aquilo com o instrumento, me meti à besta a endireitar....daí já viu a desgraceira...

Bom, o mês tá acabando, e to repetindo isso desde as 6 da manhã..mentira: desde sexta, tamanha minha ansiedade de que alguém me diga que tudo bem se eu surto, que tudo bem que eu faço as coisas do meu jeito, enlouqueço todo mundo, manipulo uma metadezinha dele e etc e tal, e que tudo bem, porque dá pra me amar da mesma forma.

Acho que vou me decepcionar no primeiro de Outubro, quando vir que sim, setembro deixou estragão pra eu limpar, e que sim, não haverá ninguém pra me dizer o que eu quero ouvir.....a não ser que eu me antecipe e compre um gravador....ouvi dizer milagres sobre mensagens durante o sono.



Repita comigo: Must leave cookies! Must leave cookies!

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sábado, 30 de agosto de 2008

Sweet Dreams

Acordei hoje bem mais cedo que o convencional: 6:40, desde o fim das férias, têm sido uma ambição distante, e quando olhei o relógio, quase disse a mim mesmo " I can't believe I did it! ", mas como poderia soar muito existencial, preferi deixar quieto, mantendo meu orgulho por ser uma pessoa assim, tão bem disposta.

Mas enfim, como não havia muita perspectiva para a manhã fiquei na frente do computador, fazendo download de todos os episódios de Pushing Daisies que eu pude aguentar ver. Na verdade nem mesmo conseguir ver todos, vai dando um certo horário, começo a me tornar uma pessoa solicitada no messenger.

As grandes missões do dia 30 eram essas:

1 arrumar material da facul;
2 arrumar o quarto e a mala de segunda;
3 Fazer a barba, e ficar bem bonitinho pra poder sair hoje à noite.

Pois é, vamos aos fatos:

1 Pendente, em partes, há pouca coisa a ser feita, mas eu não deveria ter deixado de lado.

2 Feito, as coisas estavam muito bagunçadas, e se eu não tomasse uma providencia logo, aquela quantidade imensa de papel ia me engolir;

3 Pendente, ainda. Depois de cerca de duas semanas cultivando esse gramado negro, um pouco esparso, que cresce no meu rosto, peguei um certo carinho pela coisa, e acho que vou fazer algum desenho ao invés de descartá-lo de uma vez...visual D.Pedro? Maybe.

Bom, o fato é que eu vim aqui, pra mais uma vez, desabafar todas as possíveis merdas ocorridas essa semana, já que eu tenho um íma imenso pra perrengue.
Tive enxaqueca todos os dias da semana, nada de muito dramático, mas o suficiente para me fazer parecer agente funerário no telefone da empresa.

Além disso, umas pendengas do passado, que fizeram questão de me perseguir dois dias quase seguidos da semana, me fizeram ter surtos nervosos a ponto de vistoriar todas as salas do edifício onde estudo, e acreditem, isso é algo que eu conto sem um pingo de orgulho.

Fora iso, deixe-me ver, devo confessar um defeito muito grande meu: EU SEMPRE CAIO DUAS VEZES, pode ser o conto do vigário, ou a pegadinha do Faustão, or any fucking whatever.

Pronto, desabafei.

E na segunda queda, eu sempre acredito mais que na primeira, enfim, é algo que sou obrigado a chamar de otimismo.

E hoje, dia 30, ele parece inútil.

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segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Silence is Easy

Faz dias que estou adiando para escrever qualquer coisa aqui, e nããão, senhoras e senhores, não tem nada a ver com procrastinação ou vagabundagem...pra falar bem a verdade meus dedos estavam coçando, e é bem esse o problema.

Exitem determinadas fases da nossa vida em que tudo que se diz, ou pelo menos tenta se comunicar, é extremamente subjetivo e verborrágico....e eu, como bom e piedoso escritor (hoje) queria evitar um post que chorasse qualquer tipo de pitanga, porque, Senhor do meu céu, como é chato quando uma pessoa foca nos próprios sentimentos pra escrever pra um público (que eu almejo....hehe).

Outro motivo que fundamenta bem minha aversão aos posts subjetivos é esse:
As pessoas que escrevem pensam demais, e às vezes tenho a impressão de que se me preocupar mais um pouco, refletir mais um pouco, sobre o que quer que seja, vou cruzar facinho a linha da sanidade mental, andei bem perto dela ultimamente.

Vamos combinar que de gente maluca postando idiotices na web, como "Leave Britney Alooooone", ou aquela menininha idiota no video do Youtube que fica mais de 3 (intermináveis) minutos olhando pra câmera com cara de que vai fazer algo e não faz porra nenhuma já tem aos montes.

Além de todas essas porcarias, temos também a minha já conhecida e documentada frustração ao abrir minha caixa de entrada e encontrar um zilhão daquelas @!#% de emails de spam enviados pelos meus amigos. Dias atrás, seguindo os conselhos da minha cunhadinha querida, fui bem mais diplomático ao pedir à minha amiga que tirasse meu nome do mailing de porcarias dela. Resolveu. Por uma semana e meia.

Pode ser meu mau humor, mas acho que o mundo tá precisando mesmo de um vá pra puta que te pariu hoje. Mas isso é uma opinião minha, né? E isso, crianças, é o que chamo de post subjetivo.




Obedece a tia aí acima, ou ela te come vivo.


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